segunda-feira, 5 de setembro de 2011

US Open vs Brasil e Gana

Na tarde dessa segunda feira me vi numa situação complicada. Não sabia se assistia o US Open, grande torneio de tênis ou o amistoso da Seleção Brasileira. Comecei assistindo o futebol, aliás, vi o primeiro tempo inteiro, mas na segunda etapa, apenas os dois primeiros minutos de bola rolando estiveram na minha frente. Fui para o tênis.

Lógico que o jogo de tênis que estava passando não era qualquer um. Era Djokovic em quadra, o atual número 1, o maior vencedor do ano, o maior esportista do ano porque não. Estava jogando contra o ucraniano Dolgopolov, menino de 22 anos que ocupa atualmente a 21ª posição do ranking ATP.

Do outro lado, Brasil, com a volta do craque Ronaldinho Gaúcho, com o novo quarteto composto de Ganso, Ronaldinho, Neymar e Leandro Damião. Mas contra Gana. Não desmerecendo a seleção africana, mas não é o tipo de adversário que chama a atenção, que atrai o torcedor ou, até mesmo, um simples adorador de futebol. Amistoso em casa para o Brasil, em Londres. É impressionante a capacidade que a CBF tem de marcar jogos fora do nosso país.

Mas enfim, assisti o primeiro tempo do Brasil. Gana começou melhor, atacava, até que Opare foi expulso injustamente. Aí já desanimei, o jogo foi tomado pela Seleção de Mano, injustamente volto a ressaltar, e chegaram ao gol no fim dos primeiros 45 minutos.

Logo no intervalo, já fui assistir o Djokovic. Jogo incrível, com tie brake disputadíssimo, com 30 pontos jogados. Foi impressionante, tanto do número 1 quanto do menino ucraniano. Assim que percebi que o Brasil tinha voltado, coloquei novamente no futebol. Mas não deu 2 minutos e já mudei. Continuei com o tênis.

Infelizmente não pude ver a vitória de Djoko até o final, mas com certeza, o que consegui tirar de lição hoje foi que, enquanto esses amistosos do Brasil forem marcados contra seleções inferiores e o placar continuar sendo pífio, aposto que não serei o único a mudar de canal para outro esporte ou até mesmo fazer outras coisas.

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